No dia 15/10 ocorreu a edição 2011 do Anipolitan e estive lá fazendo estes gifs que mostro por aqui. Aproveitem!
Quem sou eu
- Ives Padilha
- Fotógrafo em Salvador (BA). Contato para serviços:(71) 9167 6014 Galeria de fotos: http://www.flickr.com/photos/ivespadilha/
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Anipolitan 2011
Olá
No dia 15/10 ocorreu a edição 2011 do Anipolitan e estive lá fazendo estes gifs que mostro por aqui. Aproveitem!











No dia 15/10 ocorreu a edição 2011 do Anipolitan e estive lá fazendo estes gifs que mostro por aqui. Aproveitem!
domingo, 26 de junho de 2011
São João no Pelourinho 2011
O centro histórico de Salvador é enfeitado para os festejos juninos e fui, junto com o pessoal do Salvador Foto Clube, fotografar as luzes, sombras e cores pelas ruas enfeitadas.







sexta-feira, 24 de junho de 2011
Operação no mar
Durante a visita dos navios da Marinha no porto de Salvador pude fazer diversas fotos enquanto perambulava por dentro dos navios. Essa sequência de fotos abaixo foi feita em 2008 sendo uma de minhas primeiras fotos sequenciais que hoje transformo em gif.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Anime BA
Anime BA
Evento realizado no dia 30/04 na Livraria Cultura no Salvador shopping. O evento sobre cultura pop japonesa contou com atrações musicais, apresentações de animes, dança e desfiles de cosplay e moda pop japonesa.
Aqui estão fotos de cosplayers que participaram do evento.







Evento realizado no dia 30/04 na Livraria Cultura no Salvador shopping. O evento sobre cultura pop japonesa contou com atrações musicais, apresentações de animes, dança e desfiles de cosplay e moda pop japonesa.
Aqui estão fotos de cosplayers que participaram do evento.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Ganbare Nippon!
Ganbare nippon! ocorreu no dia 17/04 no dique do Tororó e foi um evento de solidariedade ao Japão que sofreu a tragédia recente do terremoto seguido de tsunami e ainda luta com a ameaça nuclear nas usinas de Fukushima. O Gambare Nippon! teve amplitude nacional já que vários grupos, nas diversas cidades do Brasil, participaram apresentando às 10h da manhã em ponto a música Kenka Yatai tocada em taiko (tambor japonês). Além da homenagem em forma musical foram colocados nas águas do dique tsuru (dobradura em papel em formato de ave) que simboliza o desejo de boa sorte e felicidade. Durante o evento foram disponibilizados cartões, que serão enviados ao japão, para que as pessoas escrevessem mensagens para os japoneses. O evento contou com a participação do Coral Cosmos, do grupo de taiko Wado, representantes do governo municipal, do consulado japonês, da Anisa entre outros.
Aqui apresento alguns gifs feitos a partir das fotos realizadas da apresentação do grupo Wado neste evento:






Aqui apresento alguns gifs feitos a partir das fotos realizadas da apresentação do grupo Wado neste evento:
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Strobist
Fotografar em qualquer lugar, em qualquer hora, com qualquer tempo. Para atender a estas condições é necessário o domínio técnico da luz e da forma de capturá-la. Se não dependermos apenas da luz natural e sua variação conforme o tempo do dia, imprevisível, estaremos alcançando um outro nível do fazer fotográfico onde controlamos a luz conforme a nossa vontade. De onde ela vem, com que força, com que contraste, quantas fontes de luz, a cor delas, tudo isso se torna elementos a mais na construção da fotografia possibilitando formas mais amplas de se expressar através da imagem.O strobist é uma técnica de iluminação fotográfica que possibilita fotografar em qualquer lugar, em qualquer hora, com qualquer tempo. No strobist usa-se flashes compactos (que geralmente são colocados na sapata da câmera) na quantidade de um ou mais e disparando-os remotamente construímos a foto na qual temos um controle maior da luz.

Quando digo que a luz é controla no strobist quero dizer que podemos usar apenas os flashes, misturar a luz dos flashes com luz ambiente, usar mais luz ambiente do que flash. Para isso há uma série de acessórios que podemos acoplar aos flashes sendo uma boa parte herdado do estúdio fotográfico, como as sombrinhas e os softboxes por exemplo.
A semelhança da fotografia de estúdio com o strobist não é pouca. Além dos acessórios para controle de luz, temos os esquemas de iluminação e a mesma idéia de ambiente controlado. Uma importante diferença é quanto à mobilidade do strobista, sendo o equipamento necessário à iluminação leve, tendo baterias como fonte de energia e pouco volumoso torna-se possível montá-lo rapidamente, transportá-lo facilmente e ajustar durante o uso de maneira mais simples. Além disso, o disparo dos flashes não é necessariamente feito através de fios sendo mais comum sinais infravermelhos, ondas de rádio e sinais de luz.
A técnica do strobist é mais uma ferramenta no arsenal do fotógrafo que deve cultivar seus conhecimentos, sua visão e seu julgamento para usar adequadamente tudo o que está a sua disposição. Digo isso por que não é sempre que os flashes são necessários, não é sempre que a luz natural é adequada, não é sempre que temos o que precisamos, não é sempre que as baterias estão suficientmente carregadas, não é sempre que sabemos o que realmente é importante fotografar, nem como o fazer. Mas é certo que temos que fotografar.









Ives Padilha
http://www.flickr.com/photos/ivespadilha/
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Um pouco do Japão em Salvador
A cultura japonesa sempre atraiu a minha atenção. Não sei dizer completamente os motivos disso, talvez tenha sido os desenhos e séries que assisti quando criança ou algo mais antigo, uma certa música, um som.Não importa, me atrai a atenção e logo quando pude passei a fotografar algumas manifestações da cultura japonesa aqui em Salvador: as bandas que tocam música japonesa (j-rock, j-pop), o festival da cultura japonesa (que acontece anualmente), artes marciais, a comida, cosplay, dança (tradicional e contemporânea), o estilo de moda Harajuku e por aí vai.
Nada disso eu fotografei o suficiente ainda, mas o simples contato me fez perceber como a realidade tem essas dimensões simultâneas, temáticas, em que podemos nos aprofundar e terminamos por pensar: como é que tudo isso acontece e é, ao mesmo tempo, invisível para boa parte das pessoas? Quantas coisas se passam nessa cidade e que não nos chega ao conhecimento? Qual a vastidão cultural de Salvador?
Não sei, mas parece que ainda há muito o que descobrir nessa viagem fotográfica.















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